jfneves Escreveu:[...
Entretanto, continuamos a aguardar que o Sr. Manuel se digne então esclarecer os restantes companheiros, como é que ele pondo as suas mãos nas ACs dos outros, elas começam de imediato a crescer
Será que o clube tem nas suas fileiras um tamanho mágico, um autêntico David Copperfield (o ilusionista norte americano, não o personagem de Charles Dickens)
Se tal for verdade, nem sei se hei-de ficar contente ou preocupado, já que não vá ele fazer uma daquelas magias negras e eu ficar apeado da minha AC.

Uma advertência muito séria Morgado, se pretendes que o teu "desempenho" no próximo dia 18 seja passível de ser homologado, trata de garantir que o Manel não passa de forma alguma, as mãos pela tua AC.
bla bla bla.....abraços.................
João Morgado Escreveu: Para mexer nela têm de ser umas mãos mais delicadas e macias. bla bla bla --- sonhando com a menina, bla bla:
Abraços festivos
Não se preocupem que eu vou contar como as AC se sentem, no caso foi a do Barman, quando lhe toco. Como estamos numa quadra natalícia tomei os devidos cuidados, não vão os duendes castanhos, pretos e cinzentos, ficarem molestados, pois já a estão carregar as prendas para distribuir no dia de reis em Espanha.
Hoje enquanto dormias, passei por tua casa e vou descrever-te para perceberes, tu e não só, como as faço crescer e sentirem-se a voar.
Aproximei-me dela na garagem, quando me viu, ficou logo rubra
Deixou aquela cor de alface com que costuma ter estacionada.
Toquei-lhe suavemente, toda ela tremeu, com mais um toque,
Abriu-se para mim, toda ela ficou trémula a meu toque.
Com o meu sorriso malandro, ela abriu-se e sentei-me nela,
Toda se estendeu ao sentir-me, contorceu-se, prendeu-me com um cinto
Abria-se a cada toque que lhe dei, a cada toque nas suas curvas redondas
Mais tremeu, esticou-se e, então, enterrei- lhe suavemente a chave,
Ela toda gemeu, toquei com meus pês na embraiagem e acelerador,
Mostrou-me uma cor mais rubra, de alguma resistência, mas deixou, aceitou, dei-lhe uma mudança
E toda ela tremeu quando a desprendi e me levou para além dos meus sentidos.
Com o responder, sem vergonha, dei-lhe uma segunda, uma terceira, uma quarta,
toda ela respondia sem pudor, corria, balançava-se toda nas curvas, desprendia-se de si, gemia,
Crescia a cada aceleradela, corria, corria, que lhe dei uma quinta, ela tremeu
Esticou-se mais abriu-se e parecia voar, rolando comigo sobre o negro da estrada debaixo de mim.
No final, depois de uns longos espasmos de motor, bem quente muito cansada, pediu-me para descansa.r
Voltei e com muita pena coloquei-a na garagem. Ela deixou-me sair, desprendeu-se de mim,
Ganhou novamente aquela cor de alface para que não notasses quando acordasses.
Eu, como teu amigo não te queria, se calhar nem devia ter contado
Como a tua AC se comporta nas minhas mãos e o que significa crescer e voar nas minhas mãos.
Abraços festivos
Manel