O que se lê na imprensa....

Assuntos gerais relacionados com autocaravanismo.

Parque de Autocaravanas em Alcaria de Odeleite

Mensagempor time_out » quinta Oct 25, 2012 9:09 am

Parque de Autocaravanas em Alcaria de Odeleite

Consciente da importância em garantir um espaço de estacionamento para os muitos caravanistas, especialmente cidadãos estrangeiros que, nas suas viagens turísticas, demandam ao interior do concelho de Castro Marim e às terras do Baixo Guadiana, o Almada D’Ouro Clube construiu um Parque de Autocaravanas, em Alcaria, na freguesia de Odeleite.

O Parque de Auto Caravanas, agora construído, único no interior do concelho de Castro Marim, ocupa uma área de 2756 metros quadrados, dispondo de doze lugares de estacionamento, de mesas e bancos de jardim de apoio aos utentes do espaço.

Esta infra-estrutura, que não causa um impacto visual significativo nas condições paisagísticas envolventes, conta com uma estação de serviços multiusos, de apoio e pernoita dos auto-caravanistas, que integra o abastecimento de água e a drenagem de águas residuais, fornecimento de energia elétrica, bar de apoio e loja de conveniência, na qual poderão ser adquiridos produtos tradicionais do concelho, como o artesanato e a doçaria.

Para o Almada D’Ouro Clube, a construção do Parque de Autocaravanas em Alcaria constitui uma mais-valia para os adeptos do caravanismo que, assim, de forma ordenada e em segurança, podem pernoitar e descansar, durante as suas digressões turísticas.

Também para o concelho de Castro Marim é um elemento importante na estratégia de promoção turística em desenvolvimento, que potencia a atratividade de pessoas e a dinamização da economia local.

In Algarve 24
http://www.algarve24.pt/apro.php?show_id=2301&PHPSESSID=0f659bb92d3436b5a9eecda0deb53457
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Travão a caravanismo selvagem no litoral

Mensagempor time_out » sexta dez 28, 2012 8:17 am

Quarteira: Regras mais apertadas na área da freguesia

Travão a caravanismo selvagem no litoral

Quarteira, uma das zonas do Algarve mais procuradas pelos autocaravanistas, quer combater o parqueamento selvagem, nomeadamente junto à costa. A junta de freguesia local criou este ano uma área específica para autocaravanas, ao mesmo tempo que estabeleceu coimas para os infractores.

"Desde a entrada em funcionamento da área de serviço, em Janeiro, que se nota a redução do autocaravanismo selvagem", garante José Mendes, presidente da junta de freguesia, adiantando que "no mês passado foram recebidas 228 autocaravanas". O autarca refere que "a maior procura verifica-se na época baixa do turismo, o que permite combater a sazonalidade".

A área de serviço, situada no sítio da Fonte Santa (estrada Quarteira-Almancil), tem capacidade para mais de uma centena de veículos, destinando-se exclusivamente ao estacionamento e pernoita por um período não superior a 72 horas.

O custo é de 2 euros por noite e por autocaravana, sendo cobrado igual valor, respectivamente, pelo abastecimento de água e fornecimento de energia eléctrica.

De acordo com o regulamento da junta publicado esta semana em Diário da República, fora desta área de serviço e do parque de campismo de Quarteira é proibida a prática de caravanismo. O regulamento estabelece coimas entre 25 e 500 euros.

ALGARVE RECEBE MAIS DE 40 MIL AUTOCARAVANAS

O Algarve acolhe todos os anos mais de 40 mil caravanistas. Um estudo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, realizado há cinco anos, indicou que a região perdia cerca de oito milhões de euros por ano com o campismo selvagem. Nos últimos anos, têm vindo a ser criadas estruturas de acolhimento, existindo actualmente mais de uma dezena. Essas estruturas permitem, por exemplo, o abastecimento de água e a descarga de esgotos. A Comunidade Intermunicipal do Algarve defende que ainda é preciso criar mais pontos de apoio aos autocaravanistas, duplicando o número existente.

in Correio da Manhã
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/travao-a-caravanismo-selvagem-no-litoral
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Morre mulher ferida no tornado

Mensagempor time_out » sexta dez 28, 2012 8:20 am

Algarve: Vítima estava internada no Hospital de Portimão

Morre mulher ferida no tornado

Maria Filomena Teixeira estava numa caravana, em Silves, quando o tornado de 16 de Novembro a fez ‘voar’ vários metros dentro da viatura. Esteve mais de um mês hospitalizada e foi submetida a várias cirurgias, mas não resistiu. Morreu no Hospital do Barlavento, em Portimão.

O tornado danificou habitações, virou automóveis e autocaravanas e derrubou árvores em Carvoeiro, Lagoa e Silves. Fez 13 feridos, três dos quais graves. Uma das vítimas foi Maria Filomena, de 50 anos que, ao que o CM apurou, sofreu várias lesões internas na zona abdominal. Esteve internada na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital de Faro, onde foi sujeita a várias cirurgias, entre elas a remoção do baço. Antes do Natal foi transferida para o Hospital do Barlavento, em Portimão, onde "estava a recuperar de forma favorável", segundo fonte hospitalar. Mas o estado clínico complicou-se na madrugada de anteontem, e Maria Filomena não resistiu a uma paragem cardiorrespiratória.

"Foi uma surpresa. O presidente da câmara, Rogério Pinto, visitou a senhora no dia 3 e ela estava consciente", lamentou ao CM fonte da autarquia de Silves. O funeral realizou-se ontem em Portimão.

in Correio da Manhã
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/morre-mulher-ferida-no-tornado
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor Aleluia » sexta dez 28, 2012 3:17 pm

Boas tardes, companheiros.
Se Quarteira esta a por entraves as Autocaravanas, só á uma alternativa. Mudar de sitio. Portimão é uma boa alternativa.
Se formos ver bem, quem perde é a localidade. O próprio presidente da junta diz, que só no mês passado, parquearam em Quarteira 228 Autocaravanas e, toda a gente que vem no seu interior, no mínimo tem que comer, o que represente movimento de dinheiros no comercio local.

Quanto á situação de Silves, só podemos lamentar a morte de uma companheira estrangeira. Pois quanto ás intemperes do tempo, nada podemos fazer. Só lamentar uma situação que não é nada normal por estas bandas.

Saudações para todos e boas entradas,
Aleluia
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor Paulo » terça mar 05, 2013 11:13 pm

Opinião sobre as autocaravanas em Silves:


http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=55533

«Parque de caravanas gratuito em Silves (só para estrangeiros) ou bairro da lata de luxo»



Carta ao diretor Exmos Senhores Agora que a cidade de Silves ficou famosa pela célebre visita de um tornado, cujo abençoado vento trouxe uns milhões de euros à Câmara, como uma lufada de ar fresco num tórrido dia de Sol do nosso Verão algarvio, quando tiverem tempo, visitem os Parques de Caravanas de Silves, porque vale realmente a pena.

TEMAS: Cartas ao diretor

Um deles até apareceu na televisão (não sei em que canal porque raramente vejo Tv), via-se uma caravana muito mal tratada pelo vento e um estrangeiro com uma ligadura na cabeça a queixar-se da sua desventura. Coitado!

Os dois parques são totalmente gratuitos, podendo os visitantes permanecer até um ano no mesmo estacionamento. Cada caravana tem direito ao espaço envolvente da mesma. Onde se podem ter mesa e cadeiras, estendal, parqueamento para bicicletas ou motorizadas, painel solar, espaço para o cão e tudo o mais que necessitar. Onde despeja o lixo é indiferente, onde se abastece de água também não importa e onde se despejam as latrinas também só Deus sabe. Mas tudo isto é GRATUITO.

Silves oferece o Sol, o Espaço e o acolhimento caloroso dos seus habitantes. Tudo o que um estrangeiro munido de caravana tem de fazer é escolher entre a Vista Rio e a Vista Castelo. Depois é só abancar e deixar-se estar... uma semana ou um ano, o que interessa? É de borla!!!

Em Lisboa, ao pé do rio é proibido estacionar caravanas, tem um sinal e vem logo a polícia. Em Silves pode-se viver! E no concelho de Silves há um Parque de Caravanas legal, em Armação de Pêra, só que tem as infraestruturas todas e é pago. Eu não sou dona do Parque legal nem conheço o dono, acredito que tem despesas e paga pelo espaço de que dispõe. O que me choca é que se um habitante de Silves, ou vários, quisessem viver em caravanas em Silves ou na terra dos que aqui habitam nelas, isso não seria permitido, porque é ilegal. Além de ser ilegal, é assim que o concelho de Silves contribui para que o Turismo no Algarve seja lucrativo? As duas centenas de caravanistas fazem despesa, vão ao Continente às compras. E o dono do Continente agradece mas o senhor não tem nada a ver com Silves.

E o mais engraçado é que os caravanistas estão num jardim à beira-rio, com bancos para os habitantes de Silves, mas se os habitantes não tiverem o bom aspeto que os estrangeiros exigem, chamam a Guarda e as pessoas são convidadas a afastar-se porque em primeiro lugar vem o bem-estar dos caravanistas ilegais.
Onde é que está o Paraíso do caravanista? Em Silves! GRÁTIS.

Melhores cumprimentos
Ana Féria

2 de Março de 2013 | 11:25
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor jgomes » quarta mar 06, 2013 9:26 am

Bom dia.

Não pretendo nem quero atacar nem defender seja ele ou ela quem for.
Muito menos pretendo criar conflitos ou discussões.

Não haverá aqui um qualquer mal entendido? É que na foto disponível só se conseguem ver autocaravanas. É caso para perguntar: «cadê as caravanas a que tanta referência faz no seu artigo!!?».

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Autocaravanas em Porto de Mós

Mensagempor time_out » terça abr 23, 2013 8:46 am

Autocaravanas para impulsionar economia em Porto de Mós

Mais turistas e maior dinâmica na economia local. Este é o objetivo que justifica a criação de um parque de autocaravanas às portas da vila de Porto de Mós, infraestrutura que deverá ser realidade em junho.
O novo equipamento, a par de um campo de minigolfe e um parque para a prática de atividades com skate, faz parte da segunda fase do parque da vila.
As obras, que implicam um investimento superior a 200 mil euros, deverão arrancar em breve e espera-se que a sua conclusão aconteça em junho, avança Albino Januário, vice-presi­dente da Câmara de Porto de Mós.
Para além do reforço do espaço vocacionado para as práticas desportivas, Albino Januário sublinha a aposta na dinamização da economia local, resultado da entrada em funcionamento do parque de autocaravanas. A ideia passa por assegurar as condições para que os turistas permaneçam mais tempo no concelho.

in Região de Leiria
http://www.regiaodeleiria.pt/blog/2013/04/23/autocaravanasporto-de-mos/
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Inaugurada área de serviço para autocaravanas em Lavos

Mensagempor time_out » domingo jun 09, 2013 7:49 pm

Inaugurada área de serviço para autocaravanas em Lavos

“A Costa de Lavos ficou dotada de mais uma infraestrutura que permite que portugueses e estrangeiros venham visitar a praia. Este é uma pequena obra, mas de importância muito grande”. As palavras são do presidente da Junta de Lavos, que falava hoje na inauguração da primeira área de serviço para autocaravanas do concelho da Figueira da Foz.
“Há dois anos, quando me alertaram para esta questão (construção do equipamento), percebi a importância que o autocaravanismo tem e o impacto que cada vez mais terá no turismo em Portugal. É sem dúvida algo de expressão e futuro”, acrescentou José Elísio. “Estamos disponíveis para colaborar no melhoramento desta área. Isto é só princípio”, referiu ainda o autarca.
Os autocaravanistas João Gomes e Elísio Santos – têm ligações a Lavos – foram os grandes mentores da construção da área de serviço, que serve para abastecimento e mudança das cassetes sanitárias. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS destacaram a importância da infraestrutura na dinamização e divulgação da freguesia.
“Tem um grande valor e impacto no turismo/comércio local”, afirmaram. “ Sem a ajuda da população seria impossível criar aquela que é a única área de serviço do concelho”, acrescentaram, enaltecendo o apoio da Câmara da Figueira da Foz, da Junta da Lavos e da Casa dos Pescadores da Costa de Lavos, entre outros.
Por sua vez, o presidente da Associação de Autocaravanismo Portuguesa referiu que parque tem capacidade para cerca de 28 autocaravanas. “A breve prazo esta região vai ser dinamizada. O autocaravanismo é um fenómeno social que ninguém vai parar”, referiu José Couto. No evento, que reuniu largas dezenas de autocaravanistas, portugueses e estrangeiros, esteve presente também um representante da Federação Portuguesa de Autocaravanismo.

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in As Beiras
http://www.asbeiras.pt/2013/06/inaugurada-area-de-servico-para-autocaravanas-em-lavos/
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor Aleluia » segunda jun 10, 2013 10:30 pm

Sempre uma boa noticia, Time_out.
Agora só precisamos que a maior parte dos autarcas, consigam alcançar esta perspectiva, para beneficio do comercio local e penso mesmo para a própria população.
Saudações,
Aleluia
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Amantes do autocaravanismo já possuem Área de Serviço em Elv

Mensagempor time_out » segunda jun 17, 2013 8:31 am

Amantes do autocaravanismo já possuem Área de Serviço em Elvas

A cidade de Elvas, passou a contar com uma "estação de serviço" para autocaravanas, cujo espaço foi inaugurado este sábado, 15 de Junho, em zona contígua ao Intermarché da cidade Património Mundial e contou com a presença de dezenas de autocaravanas.
Numa iniciativa conjunta do Intermarché de Elvas, do Clube Autocaravanismo Saloio e com o apoio do município elvense, foi possível equipar aquele local com uma zona onde os autocaravanistas passam a dispor de condições para uma visita descansada e mais demorada.

Imagem

in Linhas de Elvas
http://www.linhasdeelvas.net/pagina/edicao/4/2/noticia/13000
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A avó das viagens

Mensagempor time_out » sexta jul 26, 2013 6:50 am

A avó das viagens

Aos 78 anos, seis filhos e onze netos, Maria Amélia viaja sozinha e sem medos. Por Portugal e, a cada Inverno, por Marrocos. Sempre na sua autocaravana. O neto resumiu a história da avó aventureira em vídeo. Resultado: um êxito na net. Com muito carinho.

Às vezes, os super-heróis não precisam de ter superpoderes, usar fatos mirabolantes ou salvar o mundo. Às vezes basta inspirar quem os rodeia. Pelo menos é no que acredita Luís Cardoso, que decidiu partilhar a história da sua super-heroína no vídeo "A van da minha avó", que soma dezenas de milhares de visualizações. Aos 78 anos e viúva, Maria Amélia Fernandes continua a viajar sozinha numa autocaravana, entre recantos portugueses e principalmente Marrocos, onde descobriu uma segunda casa para passar o Inverno. "É uma opção de vida. Escolhi que enquanto tivesse saúde e noção do que faço, continuaria a fazer aquilo que gosto": viajar.

Há 12 anos que a rotina é a mesma. Começam a chegar os ares frios de Novembro e Maria Amélia Fernandes arruma a casa, senta-se ao volante da autocaravana e ruma sozinha até Marrocos. Passa o Inverno sob temperaturas amenas e com amigos marroquinos. Em Março, faz o caminho de volta e regressa a Gafanha da Nazaré, perto de Aveiro. Mas não por muito tempo. "Estou mais na caravana do que em casa. Ando sempre por aí", conta. Conhece Portugal de ponta-a-ponta, grande parte de Marrocos, muito da Europa e até chegou a andar na apanha do bacalhau pelos mares do Canadá. "Sempre gostei muito de viajar", conta.

Quando era mais nova, Maria Amélia Fernandes foi muitas vezes ter com o marido, que era comercial na marinha mercante, visitando vários países. Cedo compraram também uma rulote, onde passavam as férias, iniciando o gosto pelo caravanismo. Por isso, pouco depois do marido falecer, decidiu que iria continuar a percorrer as localidades de que gostava, para "aproveitar a companhia dos amigos e desanuviar". "Se ficasse em casa a lamentar-me não conseguiria depois regressar àquilo que gostava tanto". E foi assim que um dia, aceitando o convite de um casal amigo de Santo Tirso, se apaixonou por Marrocos.

Pensava que iam passear pelas várias  cidades, mas acabou estacionada à beira-mar em Agadir durante quase dois meses. "Fiquei surpreendida, porque me deparei com uma zona onde havia mais de duas mil autocaravanas e onde não tínhamos dificuldades nenhumas em estar com todo o conforto". Nunca mais deixou de ir. Ao fim de três anos, os companheiros com quem costumava fazer a viagem quiseram vir embora. Mas Maria Amélia decidiu ficar. "A partir daí vou sozinha, venho sozinha, não estou dependente de ninguém, vou quando quero e me apetece, não tenho problema nenhum".

Desde então, visita o país em várias alturas do ano, já conheceu as principais cidades marroquinas e, há dois anos, viajou pelo deserto. Em cada Inverno, o destino é garantido: Marrocos. Chega Novembro e segue ao volante da autocaravana em direcção a Agadir, ficando por esta cidade costeira durante três meses. Depois faz pequenas viagens de 100/200 quilómetros pela região e em Março regressa a Portugal. "Já não é propriamente turismo, é viver naquele ambiente uns meses", afirma.

E enquanto lá está, o dia-a-dia é semelhante: faz croché (mas, confessa, nos últimos tempos "muito raramente, porque os netos agora não dão valor"), vê televisão, joga às cartas, anda de bicicleta e a pé, faz compras no souk, está com os muitos amigos que fez. "Faço um pouco aquela vida de cultura marroquina, gosto muito da cultura deles e tenho realmente grandes amigos lá", conta. "Vou muitas vezes comer tagine a casa deles, várias famílias convidam-me para ir a festas, [até] já fui convidada para casamentos", recorda.

Já atravessou Portugal "por todos os lados", foi várias vezes à Alemanha ainda com o marido, fez excursões a Espanha e, há cerca de cinco anos, pegou na autocaravana e em duas netas, de 15 e 20 anos, e foram as três pela Europa até à Polónia e regressaram. Mas onde realmente gosta de "estar quieta, a viver, é em Marrocos", onde se sente "ainda mais confiante que em Portugal". "Ando à vontade, saio quando tiver de sair, não tenho medo de parar em qualquer sítio dentro da cidade" ou "de sair e ser atacada", explica. Por isso passa lá todo o Inverno, inclusive o Natal.

Depois de ter perdido o marido, ainda tentou passar a época natalícia com os seis filhos e onze netos, como habitualmente, mas "custou-lhe muito", eram um casal "muito unido". Desde então, optou por natais marroquinos, mas não falha as tradições: "Levo sempre o bacalhauzinho, faço umas fatias, umas rabanadas, uma amiga marroquina leva-me sempre um bolo e [os amigos] enchem-me sempre a caravana de rosas porque sabem que eu gosto muito", conta. Durante a noite fala com a família no Skype e aguenta assim a separação. "É um dia como outro qualquer, encaro isso como a vida que escolhi".

"A van da minha avó", o filme

"Decidi fazer este tributo à minha avó porque acredito que existem super-heróis que nos rodeiam e muitas vezes são da nossa família ou amigos próximos", explica Luís Cardoso, neto de Maria Amélia Fernandes e autor do vídeo "A van da minha avó". Além disso, acrescenta, "ela é um exemplo de que devemos encontrar sempre algo que nos faça felizes". E, como fazer vídeos o deixa feliz, foi "juntar o útil ao agradável".

No início de Março foi ter com a avó a Marraquexe, na companhia de dois amigos, e começou as filmagens pelo souk da cidade. "Estivemos dois dias em Marraquexe, foi comigo até Agadir e depois voltei a levá-lo ao aeroporto", conta Maria Amélia Fernandes. Estiveram uma semana juntos em Marrocos. "Meteorologicamente falando, foi a pior semana do ano, choveu quase todos os dias. Mas visitámos sítios interessantes, conversámos muito e acima de tudo matei saudades de estar com a minha avó", conta Luís Cardoso, recordando que até aos 14 anos passava as férias de Verão com os avós no Algarve.

"Era brincar de sol a sol, muitos pães com manteiga, centenas de mergulhos, baldes cheios de conchas, muitas lições de vida pelo meio e histórias para recordar", conta. Agora o vídeo de homenagem à avó é também um sucesso que acabou por aproximá-los "ainda mais". "Ele realmente tinha-me dito que queria ir lá fazer um vídeo comigo", mas "nunca me passou pela cabeça", revela Maria Amélia Fernandes. "Gostei muito que ele fosse lá ter", confessa. E se o filme ajudar agora "alguém a perder o medo de viajar e a conhecer outros países, acho que já valeu a pena". Palavra de uma avó que, no vídeo que a está a celebrizar, garante: "Enquanto não tiver medo, vou andando. Em Marrocos ou em Portugal, enquanto eu puder sentar-me ao volante e sentir-me segura, não paro. Mesmo que caia para o lado e acabe assim mesmo ao volante. Não tenho problema nenhum".

in o Publico - Fugas
http://fugas.publico.pt/Viagens/323307_a-avo-das-viagens
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Colisão de três veículos pesados e autocaravana provoca um m

Mensagempor time_out » sexta nov 08, 2013 5:25 pm

Colisão de três veículos pesados e autocaravana provoca um morto

A vítima mortal era o condutor de um dos veículos pesados envolvidos no acidente
Um morto e um ferido ligeiro é o balanço de uma colisão que ocorreu cerca das 13:00 de hoje, entre três veículos pesados e uma autocaravana, na localidade de Pegões-Cruzamento, concelho do Montijo, informaram os bombeiros.
Segundo o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, a vítima mortal era o condutor de um dos veículos pesados envolvidos no acidente, que ocorreu no troço Pegões/Infantado da EN-10.
O acidente obrigou à interrupção da circulação rodoviária nos dois sentidos, situação que se mantinha cerca das 15:30 e que, segundo os bombeiros, se deverá prolongar por mais algum tempo.

in TVI 24
http://www.tvi24.iol.pt/503/sociedade/acidente-colisao-ferido-morto-pegoes-montijo/1507535-4071.html
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Professores vivem em autocaravanas

Mensagempor time_out » segunda nov 18, 2013 4:11 pm

Professores vivem em autocaravanas

Há docentes a viver em autocaravanas porque não podem pagar uma segunda casa ou centenas de quilómetros diários. Há outros a completar horário em lojas e até casais que separam os filhos.

A semana de Armando Neves, de 39 anos, começa à terça-feira. Ao volante de uma autocaravana, o professor de Educação Física sai da Guarda, onde reside com a família, em direção ao agrupamento de São João da Pesqueira (Viseu). Quando há ano e meio comprou a viatura, não imaginava que estava a adquirir a casa ambulante onde haveria de viver no período de aulas.

Imagem

"Salvo raras exceções, sempre consegui destacamento para escolas mais próximas de casa, mas este ano não foi possível", contou ao JN. "Para fazer a viagem de ida e volta teria de gastar entre 500 a 600 euros mensais entre combustível e refeições, pelo que, pesadas as despesas e cortes salariais, decidi fazer da autocaravana a minha segunda casa".

Armando Neves não é caso único no país, garante o líder da Fenprof, Mário Nogueira. Há casais de docentes, separados por quilómetros que separam os filhos para dividir as despesas. Desde que Passos Coelho tomou posse, os docentes perderam 30% do seu salário líquido. A crise e política educativa estão a desregular a carreira e a causar o retrocesso social, diz.

in Jornal de Notícias
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=3538353
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Expulsão de autocaravanistas em Silves

Mensagempor Duarte » segunda mar 24, 2014 12:36 am

Expulsão de autocaravanistas em Silves- Afinal tinha sido pedida a intervenção da GNR

A expulsão de muitos dos autocaravanistas que habitualmente se encontram junto à Fissul e no espaço de feiras e mercados de Silves, apanhou de surpresa o executivo permanente da Câmara Municipal e deixou muitos comerciantes da cidade com casas e esplanadas vazias.
A ação foi levada a cabo pelo Núcleo de Proteção Ambiental da GNR, e a Câmara "estranhou" não ter sido informada nem consultada, mas verificou-se depois que esta medida tinha sido solicitada pelo anterior executivo da autarquia.
Foi no dia 21 de fevereiro que a GNR procedeu à ação que culminou com a expulsão dos autocaravanistas e em comunicado, a Câmara Municipal de Silves considerou "estranho e incorreto que a autarquia silvense não tivesse sido previamente informada e consultada" já que vinha desenvolvendo esforços no "sentido de os persuadir a deslocarem-se para parques limítrofes com condições apropriadas, mas permitindo ao mesmo tempo, que permanecessem junto à FISSUL, respeitando determinado conjunto de normas".
Para a autarquia " em tempo de grave crise económica, financeira e social" impunha-se "paciência, contenção e extrema ponderação nas medidas a tomar", devido ao contributo que os autocaravanistas representam para o comércio local".
Perante a perplexidade da autarquia, realizou-se posteriormente uma reunião com a presidente da Câmara e responsáveis da GNR, na qual o atual executivo permanente tomou conhecimento dos factos que conduziram à atuação policial ( Descritos em baixo, na Cronologia).
Esclarecida a situação, a autarquia reafirma que está empenhada em encontrar uma solução que passa pela construção de uma zona apropriada, com as infraestruturas necessárias e com um número limitado de lugares, cujo projeto já está concluído. Entretanto, também têm sido feitas algumas ações de sensibilização, tentando encaminhar os autocaravanistas para parques privados e para que não ocupem os lugares de estacionamento, principalmente junto às Piscinas Municipais.
Sendo muito importante para a cidade continuar a garantir a receita que centenas de autocaravanistas proporcionam praticamente durante todo o ano, é também uma questão urgente resolver os problemas que estas presenças provocam, principalmente nas questões ambientais, criando condições para a descarga dos resíduos e garantindo organização e higiene no espaço ocupado. Questões que a autarquia garante estar a resolver.



Cronologia



25 de março de 2013- O Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) da GNR envia, ao presidente da Câmara, Rogério Pinto, um pedido de esclarecimento. Nesse documento, o NPA esclarece que desenvolve a sua ação nos concelhos de Lagoa e de Silves e que em ambos é confrontado com um número crescente de autocaravanistas e igualmente com um "aumento de casos de prática indiscriminada de caravanismo e campismo, em locais interditos ou de forma contrária à lei".
Em Lagoa, dizia, a ação da GNR estava balizada pelo Regulamento, publicado em 2010 pela autarquia. O que não acontecia no concelho de Silves, por a Câmara de Silves não ter ainda feito publicar regulamentação sobre a matéria, isto apesar de ser a entidade instrutora dos processos de contraordenação sobre esta matéria.
Assim, o ofício da GNR solicitava à Câmara de Silves " qual o entendimento" da autarquia "sobre a prática do caravanismo e campismo fora dos locais, legalmente, fora dos locais para tal destinados, no Concelho de Silves, como caso mais flagrante pode citar-se a presença de inúmeros Autocaravanistas no parque de estacionamento público, junto às Piscinas Municipais de Silves, com um número cada vez maior de utentes".
Segundo apurou o atual executivo da Câmara, este ofício não teve qualquer resposta.



20 de agosto 2013- Chega à Câmara, dirigido ao presidente Rogério Pinto, um e-mail proveniente da Associação de Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve, dando conta de uma reclamação apresentada por um seu associado. O mesmo protesta contra a situação de "incumprimento" por parte dos autocaravanistas, o que "na prática representa para o Estado uma perda significativa de receita fiscal" e solicita à associação para "desencadear todos os meios legais".



13 de setembro de 2013- O vereador Jorge Silva envia um ofício ao Comandante da GNR de Armação de Pêra, informando-o do processo de reclamação "para que seja tomado em conta nas ações fiscalizadoras dessa entidade".



8 de outubro de 2013 - Cerca de dez dias depois das eleições autárquicas, Rogério Pinto, ainda em funções, envia um ofício ao Comandante da GNR - Comando Territorial de Faro/Destacamento Territorial de Silves, remetendo cópias do já citado processo de reclamação e solicitando à GNR que o tomem "em conta nas vossas ações fiscalizadoras".



21 de fevereiro de 2014- O Núcleo de Proteção Ambiental da GNR atua em Silves, com os resultados já conhecidos.



in Terra Ruiva
http://www.imprensaregional.com.pt/terra_ruiva/index.php?info=YTozOntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czoxMDoiaWRfbm90aWNpYSI7czo0OiIyODY0IjtzOjk6ImlkX3NlY2NhbyI7Tjt9


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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor jarosa » segunda mar 24, 2014 8:47 am

Resumindo....
O verão já acabou por isso somos bem vindos...
As datas dizem tudo. Enfim é o que temos
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