O que se lê na imprensa....

Assuntos gerais relacionados com autocaravanismo.

Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor EMAN » sábado nov 28, 2020 4:00 pm

Boas
E o Paulo escreve:
............ e a sua permeabilidade à pressão do lobby campista.


Pois, então continuem a publicitar nos portais de autocaravanismo, as Áreas de Serviço como por exemplo a de Ponte de Sôr que a FPCM agradece. É uma A.S. altamente exemplar.
Já que foi decidido não divulgar em portais de autocaravanismo, os parques de campismo (e muito bem), a FPCM contorna a coisa e aproveita a divulgação da sua alta eficácia na colaboração de promoção das A.S. que propõe a parceiros, assim como arranjar a maneira de aparecerem decisões destas.

Esperemos que as Câmaras perante isto não comecem a proibir ou eliminar as possibilidades de estacionar/pernoitar nos locais até agora permitidos e que constam na sua maioria nos portais de autocaravanismo, o que faria com que as bases de dados referentes a esta situação passem a estar desactualizadas.

Também por efeito da crise pandémica, acredito que o futuro será feito com muita pressão por parte dos parques de campismo e não só, para "perseguir" os autocaravanistas de modo a que sejam "empurrados" para os parques de campismo para recuperação de receitas.

Saudações rolantes
EMAN

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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor Mario » sábado nov 28, 2020 4:03 pm

Olá a todos;

Relativamente a este assunto,creio efectivamente quem decidiu desconhece a essência do auto caravanismo,ou de uma forma consciente ignora a realidade.Todos estaremos de acordo que o aglomerado anárquico na orla costeira,com especial intensidade no Algarve e costa alentejana,nada tem de comum com a prática de auto caravanismo.Neste como em outros assuntos que necessitam de regulamentação está tudo inventado,basta recorrer á experiência dos parceiros europeus que nos podem transmitir o saber acumulado.Descriminar não é regulamentar,temo sinceramente que seja mais uma facada na débil economia do nosso país que vai atingir todos os players ligados á actividade e seu suporte,desde a comercialização ,aos serviços associados.Mais desemprego,mais empresas em dificuldade ou a fechar,mais encargos sociais,mais esforço que de alguma forma os contribuintes terão que suportar,rumo quiçá ao abismo.Resta a esperança que de alguma forma as entidades ligadas ao sector estejam capacitadas para reagir,na defesa dos interesses dos auto caravanistas ,autênticos.
Aquele Abraço

Mário
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor Mario » domingo nov 29, 2020 9:28 am

Olá a todos;

Encontrei este artigo que aparentemente merece a sua divulgação.

https://postal.pt/opiniao/2020-11-28-O- ... 030%20anos
Aquele Abraço

Mário
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor Salazar » domingo nov 29, 2020 9:24 pm

Paulo Escreveu:Concordo plenamente: este governo está empenhado em destruir uma forma de turismo que se desenvolveu em Portugal sem que este, nem os anteriores, tenham feito qualquer esforço nesse sentido. Esta medida discriminatória apenas vai evitar que Portugal continue a ser colocado como um dos excelentes destinos europeus para o turismo itinerante em autocaravana.
Poderá sim continuar a ser um bom destino para carrinhas, carros, carripanas e afins, mas não para veiculos ambientalmente sustentáveis. Isto apenas demonstra o desconhecimento do sector por parte do governo e a sua permeabilidade à pressão do lobby campista.


Que me desculpe, mas não posso concordar com a sua visão catastrofista da situação.
Na Holanda é proibido pernoitar em qualquer viatura na via pública. É por isso que não tem mercado e turismo autocaravanista? Quando vocês vêm visitar a Europa, param e dormem em qualquer lado, em nome da liberdade, ou procuram ASAs e campings? Quando visitam Paris, Berlin ou qualquer grande cidade europeia, ficam num parque de estacionamento junto ao rio ou procuram um camping?
Então porque é que Portugal há-de continuar a ser visto como um país de regabofe?
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor siroco » quinta dez 10, 2020 8:46 pm

ZFE et Vignette Crit’Air : les camping-cars bientôt bannis ?

La délibération a eu lieu ce mardi 1er décembre, lors de la séance publique du Conseil de la Métropole du Grand Paris : les véhicules "Crit’Air 4" bénéficieront d’un délai de six mois avant d’être bannis de la Région parisienne. L’occasion de faire un point plus global sur ces fameuses ZFE, Zones à Faibles Emissions, et leurs restrictions.

Imagem

ZAPA, ZBE, ZCR, ZFE et dorénavant ZFE-m (pour mobilité...). Vous avez forcément déjà entendu l’un de ces acronymes. Ils se sont succédés depuis 2010 et la loi dite Grenelle 2 et définissent peu ou prou la même chose, à savoir une zone où la circulation est interdite aux véhicules dits polluants (comprenez anciens) afin de préserver le qualité de l’air. Pour simplifier, nous utiliserons ZFE (Zone à Faibles Emissions). Pour pouvoir s’aventurer dans ces zones, il faut apposer la vignette Crit’Air (disponible ici), apparue en 2016, sur son pare-brise. Précisons qu’en dehors des ZFE, cette dernière n’est absolument pas obligatoire.



Son barème comporte sept niveaux :

Imagem

A ce jour, quatre ZFE sont actives et chacune a ses propres règles :



- Paris (intérieur du périphérique)

Restrictions de circulation du lundi au vendredi de 8 h à 20 h (sauf poids lourds qui sont également interdits le week-end) pour les véhicules Crit’Air 4, 5 et non classés (donc camping-cars diesel avant 2006 ou 2007 si essence). Les Crit’Air 3 seront bannis en 2022, les Crit’Air 2 diesel en 2024, et l’ensemble des véhicule non électriques ou à hydrogène en 2030.

Pour l’heure, les véhicules Crit’Air 5 (CC entre1997 et 2000) sont encore acceptés dans les bois de Boulogne et de Vincennes, ainsi que sur le boulevard périphérique.



- Métropole du Grand Paris (intérieur A86*)

Restrictions identiques à Paris, mais Crit’Air 4 encore autorisées jusqu’au 1er juin prochain.

*Une vingtaine de communes n’a pas encore officialisé leur appartenance à la ZFE (carte).



- Grenoble-Alpes Métropole (une vingtaine de communes, liste ici)

Restrictions ne concernant que les utilitaires légers et poids lourds Crit’Air 4, 5 et non classés, 7 jours sur 7 et 24 heures sur 24. Elles seront élargies aux utilitaires Crit’air 3 en 2022 et Crit’Air 2 en 2025. Cependant, quelques axes majeurs ne sont pas concernés (autoroutes, nationales, voir ici).



- Grand Lyon (Lyon, Caluire-&-Cuire ainsi que les parties de Villeurbanne, Bron et Vénissieux situées à l’intérieur du périphérique)

Mêmes restrictions qu’à Grenoble. Dès le 1er janvier 2021, les utilitaires légers Crti’Air 3 seront également bannis.



Pour l’heure, la grande majorité des camping-caristes, qui ont plutôt tendance à fuir les grandes agglomérations, ne sont pas trop concernés puisque seules Paris et la Métropole du Grand Paris ont pris des mesures à l’encontre des véhicules particuliers, mais les choses pourraient changer.

Un décret pour obliger certaines métropoles à passer en ZFE

En effet, à Lyon, le maire écologiste Bruno Bernard a annoncé vouloir bannir le diesel de la ville d'ici à la fin de son mandat, soit avant 2026, tout en étendant la superficie de la ZFE. Du côté du gouvernement, on trouve également que les chose ne vont pas assez vite. Le 17 novembre dernier, Barbara Pompili, ministre de la Transition écologique et Jean-Baptiste Djebbari, ministre délégué chargé des Transport, ont annoncé la publication d'un décret obligeant les métropoles les plus polluées à mettre en place des ZFE-m dès l’année prochaine : celles d’Aix-Marseille-Provence, de Nice-Côte d’Azur, de Toulon-Provence-Méditerranée, de Toulouse Métropole, de Montpellier-Méditerrannée Métropole, d’Eurométropole de Strasbourg et de métropole Rouen-Normandie, des destinations nettement plus courues des camping-caristes. Pour l’heure, les restrictions qui y seront appliquées ne sont pas encore connues, mais espérons que ces métropoles prennent l’exemple de Grenoble ou de Lyon en se focalisant en premier lieu sur les utilitaires légers et les poids lourds.

Pour l'instant, tout va bien...
Pour l'instant, les camping-caristes, à l'instar des automobilistes, sont plutôt épargnés. Comme nous l'avons vu, les restrictions de circulation concernant les véhicules du segment M1 (voitures particulières, mais également camping-cars y compris les poids lourds) n'ont cours qu'en Région parisienne. Mais il y a fort à parier que les autres métropoles y viennent également à moyen terme, comme c'est la volonté à Lyon, au nom d'une écologie qui, malheureusement, a oublié que le problème est bien plus profond et que le transport routier n'en est qu'une partie.

https://www.camping-car.com/reglementation/26115-zfe-et-vignette-critair-les-camping-cars-bientot-bannis
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor fluis » sábado dez 12, 2020 11:19 pm

Boa noite,

No odigital, saiu a noticia da insatisfação dos autocaravanistas em relação à actuação do Governo em relação ao setor, bem como da reacção por parte das respectivas associações:
odigital Escreveu:Autocaravanistas acusam Governo de ter uma “politica desastrosa” para o sector

As várias associações do sector do autocaravanismo, bem como várias empresas ligadas a este sector juntaram-se num manifesto onde questionam o Governo, nomeadamente o Ministro da Administração Interna, sobre temas que preocupam o sector.

No manifesto a que tivemos acesso, as Associações começam referir que a politica adotada pelo Governo direcionada ao autocaravanismo tem sido “desastrosa em termos de planeamento e preparação para uma atividade que há mais de 30 anos começou a despontar”, acrescentando que depois de “anos de inoperância por parte dos vários setores públicos, vêm agora, sem que haja em Portugal uma correta política de acolhimento para a prática do autocaravanismo, tentar proibições que mesmo que ordenadas por lei não poderão ter aplicação prática.”

As Associações consideram que caso todas as proibições e coimas anunciadas sejam convertidas em lei, o Governo contribuirá “para o aumento do desemprego neste setor, acarretando uma perda de receita de vários milhões de euros de impostos que advém da venda, aluguer e reparações de viaturas, quer sejam de cidadãos nacionais, quer das dezenas de milhar de turistas estrangeiros que anualmente nos visitam”.

Na missiva enviada ao Governo, as Associações apontam ainda o dedo ao “Turismo de Portugal, ao abrigo dos fundos comunitários, só agora despertou para a construção de estruturas de apoio para o autocaravanismo. Gastando milhares de euros em locais construídos com vários pormenores inadequados à prática deste tipo de turismo itinerante, além de grandes espaços onde no final se acolhem uma média de oito autocaravanas, sem haver um critério e sem ter em vista o aproveitamento na economia local.”

Os representantes do sector referem ainda que durante anos foram excluídos dos processos legislativos e que agora o Governo está a tentar “sufocar este setor”, algo que “não tem apenas implicações no que concerne aos utilizadores, mas a toda uma indústria e comércio que gravita à volta desta atividade. Do aluguer, venda e reparação muitos são os setores em causa.”

As Associações vão mais longe, referindo de que para além da fiscalização aos autocaravanistas, deverá fiscalizar-se “todos os equipamentos de acolhimento a começar pelas recentemente inauguradas pelo Turismo de Portugal que não têm em conta os pressupostos acima enunciados”.

O manifesto termina os representantes do sector a afirmarem que “autocaravanismo não é campismo, e confundi-lo é o maior impedimento ao desenvolvimento de uma política correta para o setor”.

Este documento foi assinado pela Associação Autocaravanista de Portugal, pela Associação de Empresas de Aluguer de Autocaravanas, pela Federação Portuguesa de Autocaravanismo, bem como por várias empresas do sector.

Recordamos que de acordo com uma clarificação feita pelo Governo, a pernoita, entre as 21 horas e as 7 horas do dia seguinte fora de locais destinados especificamente ao estacionamento de autocaravanas ou de roulottes é punível com multa entre os 60 e os 300 euros e, caso a autocaravana esteja estacionada em território da Rede Natura 2000 ou parques naturais a multa tem um agravamento: pagará no mínimo 120 euros e no máximo 600 euros.


Retirado de https://odigital.pt/autocaravanistas-ac ... -o-sector/
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor time_out » sexta dez 18, 2020 4:27 pm

Aldeia da Estrela – Aprovado projecto de Área de Serviço de Autocaravanas

A Câmara Municipal de Moura, na sua última reunião, aprovou o Projecto de Área de Serviço de Autocaravanas da Aldeia da Estrela.

Este projecto está incluído no acordo de cooperação da Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior, no âmbito da candidatura “Criação e Dinamização da Rede de Infraestruturas para o Autocaravanismo do Alentejo e Ribatejo” – ERT ALENTEJO/C.M.M. .

Este equipamento vai ser construído junto à antiga escola, e vai constar de 5 lugares para Autocaravanas, num espaço dotado de Infraestruturas de telecomunicações, energia, água e esgotos, garantindo todas as valências de uma A.S.A., incluindo controlo de acessos e rede Wi-Fi.

Vai ainda proporcionar os recursos de uma Estação de Serviço de Autocaravanas, para completa manutenção das mesmas. A obra tem um prazo de execução previsto de 120 dias, sendo o seu valor base estimado superior a 89.300 euros.

Imagem

in A Planicie
https://www.planicie.pt/2020/12/18/aldeia-da-estrela-aprovado-projecto-de-area-de-servico-de-autocaravanas/
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor fluis » sexta dez 18, 2020 10:22 pm

Boa noite,

Sem dúvida mais uma A.S. na linha das de Ponte de Sôr e Gavião,

5 lugares, com controle de acesso (portanto murada), Wi-fi, electricidade, etc. e nada menos do que 89.300 € para isso.

Mesmo ali ao lado, na Aldeia da Luz em 2008 ajudámos a construir uma com a colaboração do pessoal da junta por meia dúzia de €, mas não tinha a chancela da FCMP, bem como não pertencia à nova rede nacional Life Campers.

Mais um bom exemplo de como não se deve gastar o dinheiro público. Para onde isto caminha...
5 lugares na Estrela, 6 em Ponte de Sôr, 6 em Gavião. Se considerarmos que vai entrar em vigor já em Janeiro a proibição de pernoita fora dos lugares autorizados, o Turismo de portugal precisou de 89.300 € (Estrela) + 150.000 € (Gavião) + 70.000 € (Ponte de Sor)= 309.000 € por 17 lugares.
Considerando, o número de autocaravanas em portugal, mais as que nos visitam (ou antes visitavam), a Secretária de Estado do Turismo, que se mostra irredutível com a alínea da pernoita no Artigo 50.º-A, criou até agora um total de 17 lugares, precisando para isso de 309.000 €!!!!!
E as restantes autocaravanas, para onde é suposto irem? Para os parques de campismo da AHRESP, e da FCMP claro.
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor romão » domingo dez 20, 2020 11:43 am

bom dia.
companheiro Fluis, precisava de alguém que me avivasse a memoria sobre quando, na Ericeira, foram postas as baias, no parque principal/jardim principal da vila..
Tenho ideia que isso se passou há cerca de uns 10 anos, tendo na altura sido criada uma estação de serviço á entrada do parque de campismo apenas para manutenção das autocaravanas. Tenho ideia de que, na altura, houve alguma polémica sobre o assunto , tendo até havido reuniões de representantes dos autocaravanistas com representantes da câmara da altura, Se me puder ajudar , agradeço. Boas voltas e boas festas, com cuidado.
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor fluis » domingo dez 20, 2020 12:15 pm

Bom dia Companheiro Romão,

Veja por favor se estes tópicos o ajudam de algum modo:

viewtopic.php?f=12&t=1280

viewtopic.php?f=12&t=642&p=3093
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor romão » segunda dez 21, 2020 4:06 pm

Boa tarde companheiro Fluis,
Obrigado pela informação, encontrei o que pretendia.
boas festas
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor siroco » quarta dez 23, 2020 1:06 pm

ZFE : les camping-cars interdits à Lyon dès 2026

La métropole de Lyon a été l’une des premières, en France, à instaurer une ZFE. Pour l’heure, seuls les utilitaires les plus polluants sont frappés d’interdiction. Mais la municipalité écologiste veut passer la deuxième, et interdire le diesel dès 2026 !


Imagem

Alors que le gouvernement vient d’imposer la création de Zones à Faibles Emissions à 11 métropoles françaises, Lyon fait partie des "bons" élèves en la matière. En effet, la capitale de Gaules a instauré sa propre ZFE en janvier 2020. Cette dernière englobe la totalité de la ville, Caluire & Cuire ainsi que certains quartiers de Villeurbanne, Bron et Vénissieux situés à l’intérieur du boulevard périphérique. Pour l’heure, seuls les utilitaires légers Crit’Air 4, 5 et non classés en sont bannis, y compris les weekends et la nuit, les Crit’Air 3 devant subir la même punition dès janvier 2021. Pour l’heure, les véhicules particuliers, dont les camping-cars, sont épargnés. Mais la municipalité semble très pressée de faire le ménage…

Une zone étendue en 2022 et le diesel banni dès 2026
Pour commencer, Bruno Bernard, président de la métropole de Lyon, a annoncé l’agrandissement de la ZFE, après une concertation de six mois. La volonté de l’élu est de mettre en place cette ZFE agrandie fin 2021/début 2022, avant une exclusion pure et simple des véhicules Crit’Air 2 e au-delà, qu’ils soient utilitaires légers ou véhicules particuliers, à l’horizon 2026… Cela signifie, purement et simplement, le bannissement de tout véhicule diesel puisqu’aucun d’entre eux ne peut prétendre à la vignette Crit’Air 1, et donc de tous les camping-cars et fourgons… Lyon deviendrait ainsi la première ville de France à bannir le diesel.


https://www.camping-car.com/reglementation/26163-zfe-les-camping-cars-interdits-a-lyon-des-2026
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor fluis » quarta jan 06, 2021 12:47 am

Boa noite,

Mais uma noticia sobre o artº50º-A/2020 do DL 102-a/de 9 de Dezembro

echoboomer.pt Escreveu:Passa a ser proibido aparcar e pernoitar em autocaravanas fora dos locais autorizados para o efeito
por Alexandre Lopes 05/01/2021
A lei entra em vigor a 8 de janeiro.
É o único país da União Europeia com esta limitação. A partir da próxima segunda-feira, dia 8 de janeiro, passa a ser proibido pernoitar em autocaravanas em todo o território nacional, com exceção das Áreas de Serviço de Autocaravanas, parques de campismo ou parques de autocaravanas, isto é, zonas previamente designadas para o efeito. Passará também a ser proibido o aparcamento. Quem infringir as regras arrisca-se a pagar uma coima que pode ir até aos 600€.

Segundo o artigo 50.º-A, da Lei n.º72/2013, considera-se aparcamento o estacionamento do veículo com ocupação de espaço superior ao seu perímetro. Tal é aplicado a autocaravanas ou similares, ou seja, veículos que apresentem um espaço habitacional ou que sejam adaptados para a utilização de um espaço habitacional, classificados como autocaravana, especial dormitório ou caravana pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes.

No que toca à pernoita/permanência de uma autocaravana ou similar no local do estacionamento, com ocupantes, tal é proibido entre as 21h de um dia e as 7h do dia seguinte.

Quem for apanhado a desrespeitar as novas regras poderá ser sancionado com uma coima de 60€ a 300€, salvo se se tratar de pernoita ou aparcamento em áreas da Rede Natura 2000 e áreas protegidas, caso em que a coima é varia entre os 120€ e os 600€.



Noticia de: https://echoboomer.pt/proibido-aparcar- ... swayUADkO4
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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor fluis » quarta jan 06, 2021 12:59 am

Boa noite,

Artigo publicado no Rádio Renascença online: https://rr.sapo.pt/2021/01/05/pais/nova ... _8HQq6yKRE
RR online Escreveu:Nova lei restringe pernoita em autocaravanas. Associações do setor vão interpor recurso
05 jan, 2021 - 19:27 - Fábio Monteiro
Lei que entra em vigor no sábado proíbe a pernoita e aparcamento de autocaravanas em todos os locais que não sejam expressamente designados para o efeito. Em declarações à Renascença, Paulo Moz Barbosa, presidente da Associação de Autocaravanismo de Portugal, diz esperar que “as autoridades competentes reajam e percebam que meteram o pé na argola”.
No próximo sábado, dia 9 de janeiro, vai entrar em vigor o Decreto-Lei n.º 102-B/2020, que proíbe a pernoita e aparcamento de autocaravanas em todos os locais que não sejam expressamente designados para o efeito. A nova lei empurra os veraneantes com gosto pela mobilidade para as Áreas de Serviço para Autocaravanas (conhecidas pelo acrónimo ASAS), parques exclusivos para autocaravanas e parques de campismo, deixando-os excluídos de muitos espaços públicos.

Esta mudança legislativa está a causar indignação e acusações de lobby por parte da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP). As duas principais associações representantes do setor, a Associação de Autocaravanismo de Portugal (CPA) e a Federação Portuguesa de Autocaravanismo (FPA), vão interpor, em conjunto, um recurso à lei, apurou a Renascença.

Paulo Moz Barbosa, presidente da CPA, diz esperar que “as autoridades competentes reajam e percebam que meteram o pé na argola”.


“Pretendemos que a pernoita seja incluída no local de estacionamento. Desde que esteja bem estacionado, sem abrir o tal aparcamento, porque é que não hei de poder estar dentro da minha autocaravana de noite. É essa contestação que nós vamos fazer”, explica Moz Barbosa em declarações à Renascença.

Disparidade de direitos
Com a nova lei, o Governo criou disparidade de direitos entre automobilistas, alega a CPA. “Uma pessoa num automóvel ou num camião TIR, por exemplo, pode dormir no carro, desde que esteja devidamente estacionado. Se estou numa autocaravana, que é exatamente um veículo que comprei, que tem todas as condições para dormir, que tem uma casa de banho e tudo, não posso. Ora, isto é claramente o lobby dos campings a obrigar-nos a ir para dentro dos campings”, atira.

O Decreto-Lei nº102-B/2020 define “aparcamento” como “o estacionamento do veículo com ocupação de espaço superior ao seu perímetro” e pernoita como “a permanência de autocaravana ou similar no local do estacionamento, com ocupantes, entre as 21h00 horas de um dia e as 7h00 horas do dia seguinte.”

“Um autocaravanista circula pelo país, estaciona numa cidade à noite, está bem estacionado, vai até um restaurante, regressa à autocaravana e não pode lá ficar dentro. Ou pega no seu colchãozinho e vem dormir para a rua ou tem que meter a primeira e andar até encontrar um sítio legal. O que se diz é que só pode pernoitar nos sítios devidamente bem assinalados, que nós não sabemos bem quais são”, diz Paulo Moz Barbosa.

Os autocaravanistas que infrinjam a lei terão de arcar com uma coima entre os 60 e os 300 euros; e se a pernoita ou aparcamento ocorrer em áreas da Rede Natura 2000 ou áreas protegidas, as multas passam a ser de 120 a 600 euros.

Primeiro: o lobby dos parques de campismo
À Renascença, Paulo Moz Barbosa diz que a mudança legislativa foi precipitada por dois motivos: segundas intenções da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e má publicidade pelo que se sucedeu no último verão, em particular na Costa Vicentina.

A larga maioria das associações de parques de campismo nacionais são filiadas na AHRESP e, na teoria, irão lucrar com a nova lei. Aliás, após o Decreto-Lei n.º 102-B/2020 ter sido publicado, “a AHRESP fez um comunicado a vangloriar-se pelo facto de o Governo ter aceite a sugestão deles na questão da pernoita. Portanto, isto é gato escondido com rabo de fora”, nota Paulo Moz Barbosa.

No boletim do dia 11 de dezembro, a associação assume que a proibição surge “na sequência das solicitações da AHRESP”. “A AHRESP saúda esta medida do Governo, que terá como resultado o combate às situações de ilegalidade recorrentes, que prejudicavam as populações locais, o meio ambiente e os agentes económicos que investiram nos espaços licenciados para acolhimento de autocaravanas e similares”, lê-se.

A Renascença enviou questões à AHRESP sobre esta situação, mas ainda não obteve resposta.

Segundo: má imagem

No passado verão, devido à pandemia e ao receio de estar em espaços fechados e com mais famílias, foram muitos os portugueses que alugaram, pela primeira vez, uma autocaravana. “E fizeram disparates por todo o lado. Por ignorância, a maior parte deles”, diz Paulo Moz Barbosa.

Segundo o Presidente da CAP, esses portugueses “não são autocaravanistas, são pessoas que usaram uma autocaravana de aluguer para fazer férias e fizeram muitos disparates. Acamparam em sítios que não lembra ao diabo. Nas ravinas, nas praias. Em tudo quanto é sítio. E as autoridades, de vez em quando, iam lá e autuavam-nas.”

Na opinião de Paulo, as autoridades fazem bem em multar quem “acampa” em áreas interditas. Até porque um “acampamento faz-se num parque de campismo. Ponto. Não outro sítio”. Mesmo nas ditas ASAS é proibido acampar – “abrir o tolde, por mesas cá fora” -, lembra.

O representante da CPA admite que “há pessoas que prevaricam por sistema”, mas isso não é justificação suficiente para mudar a ler. Por isso, recorre a uma analogia: “Na autoestrada, há muita gente que circula com os telemóveis, na faixa da esquerda, acima de 120km/h. Não lembra a ninguém fechar as autoestradas por causa disso. O que se faz é fiscalizar as autoestradas e autuar.”

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Re: O que se lê na imprensa....

Mensagempor fluis » sexta jan 08, 2021 3:05 pm

Boa tarde,

Um bom artigo de hoje no Jornal público:
Jornal público Escreveu:A liberdade de escolha é a melhor parte do autocaravanismo — e vai acabar
A partir das 21h, os autocaravanistas são obrigados a abandonar o interior da sua autocaravana ou a procurar um local expressamente autorizado para pernoita. Em vez disso, deveria ser proibido pernoitar nas zonas problemáticas e haver maior fiscalização e controlo, punindo fortemente quem não cumpra a lei.

O autocaravanismo é uma prática recorrente há muitos anos, por utilizadores de todas as idades. Muitos optam por fazer disto um estilo de vida, pois oferece muitos benefícios. Um deles é a liberdade de escolha. No nosso caso, permite-nos viajar de uma forma mais sustentável, podendo viajar devagar e trabalhando em simultâneo, conhecendo em profundidade todos os lugares que quisermos explorar, mesmo os sítios mais remotos.

Nos últimos anos tem havido um aumento do turismo itinerante em Portugal e no ano de 2020 houve um grande boom. Viajar de autocaravana acabou, involuntariamente, por se tornar a forma mais segura de viajar em tempos de pandemia.

As autocaravanas circulam durante o ano inteiro pelo país, a maior parte delas estrangeiras, combatendo assim a sazonalidade no turismo em Portugal. No entanto, existe uma concentração por vezes exagerada no Litoral, sendo as costas alentejana e algarvia as regiões mais problemáticas.

Claro que isto trouxe a toda a comunidade de autocaravanistas muitos problemas. Começaram a ser culpabilizados pela poluição na costa portuguesa, como se de repente este problema da poluição fosse muito recente. Em Dezembro de 2020 foi aprovado o Decreto-Lei n.º 102-B/2020 com a nova actualização do Código da Estrada e com ele veio também a aprovação de que os autocaravanistas já não podem ter liberdade de escolha.

São obrigados, a partir das 21h, a abandonar o interior da sua autocaravana ou a procurar um local expressamente autorizado para pernoita, como parques de campismo e Áreas de Serviços para Autocaravanas (ASA).

Coloca-se a questão: esta lei está a proteger o ambiente e a saúde pública ou outros interesses?

Já existe uma lei que visa proteger áreas protegidas, parques e reservas naturais. O problema é a insuficiente fiscalização nessas áreas que, por falta de meios, não têm a capacidade de resolver este problema. Teriam um impacto mais positivo se o governo investisse em meios e alternativas e não criasse apenas uma legislação que proíbe a pernoita de autocaravanas em todo o território nacional.

A lei entra em vigor a partir desta sexta-feira e há ainda uma enorme lacuna de ASA pelo nosso país, não podendo a comunidade de autocaravanismo estar à espera que estas condições venham ainda a ser criadas. Portugal irá perder um turismo muito importante, que diminui a sazonalidade no país, principalmente no interior, que ficará cada vez mais abandonado.

As soluções passam por não proibir a permanência numa autocaravana a partir das 21h, tendo assim os mesmos direitos que um veículo ligeiro. Em vez disso, deveria ser proibido pernoitar nas zonas problemáticas e haver maior fiscalização e controlo, punindo fortemente quem não cumpra a lei.

A cada município cabe a criação de condições para continuarem a receber os autocaravanistas. Deveriam ser construídas mais áreas de serviço e infra-estruturas para autocaravanas por todo o território e deveria ser autorizada a pernoita, proibindo o aparcamento (com ocupação de espaço superior ao seu perímetro) e acampamento (utilização de acessórios de imobilização sem apoio das rodas no solo, despejo de águas sujas ou limpas ou prática de actividades domésticas, com recurso a acessórios da viatura, no seu perímetro exterior) de autocaravanas fora dos locais autorizados.



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Fernando Luís
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