Boa noite a todos,
Este caso mostra mais uma situação recorrente de:

Desinformação, associada às várias vertentes turísticas e suas valências, por parte dos autarcas;

Falta de capacidade de gestão, em face de situações que poderiam ter soluções "cirurgicas", penalizando e/ou corrigindo os infractores e tirando partido daqueles que contribuem com a sua breve visita para dinamizar os restaurantes locais e respectivo comércio, antes de entrar em Espanha, como já foi o meu caso.

A insistência de alguns autocaravanistas em não distinguirem o simples estacionamento habitado do abuso da via pública no tempo de ocupação e respectivo espaço. Esta situação tem de ser penalizada urgentemente até que seja interiorizado o verdadeiro modo de utilização da AC fora dos campings (é uma necessidade urgentíssima!!).
Por outro lado, é tempo de um entendimento geral entre os representantes dos autocaravanistas, por forma a:

Insistirem fortemente, directa e indirectamente, no esclarecimento da utilização das autocaravanas fora dos campings, apelando ao bom senso e às boas praticas civicas.

Tentar acordos junto dos municípios mais hostis, como é agora o caso de Caminha, ou Tavira (etc...). Casos estes falhem, o recurso aos tribunais é o passo seguinte, pois as autarquias podem legislar, mas não estão acima da Lei, nem podem contrariar a mesma.
Há que criar bons exemplos, de modo que todas as partes saibam quais as suas obrigações, evitando que aqueles que não se sabem comportar levem os que têm responsabilidades, mas pouca capacidade gestão das situações, a tomar iniciativas totalitárias e sem qualquer sentido.
Assim sendo, passemos directo à Galiza, onde a criação de Áreas de Serviço para Autocaravanas é algo que não pára de crescer, mesmo havendo muitos campings à nossa disposição:
cada um opta pelo que mais lhe agrada, dando em cada local a utilização apropriada à sua AC.
Abraço,